Para a Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS), o enfrentamento ao trabalho análogo ao de escravo exige compromisso coletivo. O Sistema Único de Assistência Social (SUAS), ao garantir suas seguranças e proteções afiançadas, permanece como peça-chave no enfrentamento a essa grave violação de direitos humanos.
A data de 28 de janeiro é um marco de memória e denúncia. Instituída em homenagem aos auditores fiscais do trabalho assassinados em 2004, na chamada Chacina de Unaí, a data reafirma a importância da atuação do Estado na prevenção, identificação e combate ao trabalho análogo ao de escravo. Em janeiro de 2025, a prisão do mandante do crime, após 21 anos, representou um avanço significativo na busca por justiça.
O trabalho análogo ao de escravo segue presente no país, atingindo principalmente pessoas negras, jovens, migrantes e indivíduos em situação de desproteção e vulnerabilidade social, em contextos marcados pela informalidade, pobreza e desigualdades territoriais.
Nesse cenário, o SUAS exerce papel central no acolhimento, na proteção social e na reconstrução das trajetórias de vida das pessoas resgatadas, por meio da oferta de serviços, benefícios, acompanhamento familiar e articulação com a rede intersetorial de políticas públicas. O sistema também atua de forma preventiva, com ações de informação, sensibilização e identificação de situações de risco nos territórios.
No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Análogo ao de Escravo, a SNAS reafirma seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas e com a promoção da dignidade humana, do trabalho digno e da justiça social.
Denunciar é fundamental!
Disque 100 – denúncia anônima, gratuita e protegida.
