VOCÊ ESTÁ NO BLOG DA REDE SUAS   Click to listen highlighted text! VOCÊ ESTÁ NO BLOG DA REDE SUAS

Experiência de Recife/PE

 

TÍTULO: Implantação de instrumentais para Registro Mensal de Atendimentos (RMA) da Proteção Social Especial de Alta Complexidade no município de Recife

 

MUNICÍPIO/UF:  Recife/PE
PERÍODO DE IMPLANTAÇÃO: fevereiro a dezembro de 2017
SECRETARIA: Secretaria de Desenvolvimento Social, Juventude, Política Sobre Drogas e Direitos Humanos
EQUIPE: Unidade de Vigilância Socioassistencial
E-MAIL: rzovka@recife.pe.gov.br
TELEFONE: (81) 33558-395

 

OBJETIVO

Geral:

Padronizar e qualificar o registro mensal de atendimento da Proteção Social Especial de Alta Complexidade.

Específicos:

– Implantar instrumental de Registro Mensal de Acolhimento para cada Divisão de Acolhimento;

– Identificar o volume de atendimento e o perfil dos acolhidos;

– Produzir informações que auxiliem o planejamento e o aprimoramento da oferta de serviços de acolhimento no município.

 

FOCO/PÚBLICO-ALVO

– Rede de Acolhimento Governamental Municipal para crianças e adolescentes, pessoas idosas e; adultos e famílias;

– Gestores e supervisores;

–  Equipe técnica (assistentes sociais e psicólogos) das Casas de Acolhida.

 

CONTEXTO

A Proteção Social Especial de Alta Complexidade (PSEAC) no município de Recife foi executada pelo Instituto de Assistência Social e Cidadania (IASC), autarquia especializada vinculada à Prefeitura do Recife, entre os anos de 2003 e 2017.

A existência de uma autarquia, vinculada ao principal gestor da política de assistência social no município, a Secretaria de Desenvolvimento Social, Juventude, Política sobre Drogas e Direitos Humanos (SDSJPDDH) ia de encontro com a Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS, Lei nº 8.742/93, que em seu artigo 5º, inciso I, reafirma duas premissas importantes: a “descentralização político-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e comando único das ações em cada esfera de governo”.

Com a extinção do IASC em fevereiro de 2017 e com a SDSJPDDH assumindo a execução da PSEAC, a Unidade de Vigilância Socioassistencial pode avocar para si o monitoramento dos atendimentos da Rede de Acolhimento Municipal. Contudo, identificou que não havia a padronização dos instrumentais, tornando imprescindível a construção coletiva dos formulários de Registro Mensal de Atendimentos (RMA) desta Proteção.

No município do Recife, a PSEAC é garantida através de três divisões de acolhimento:

 – Adultos e Famílias, composta por 03 (três) Casas de Acolhida Temporária e 01 (uma) Casa de Passagem Diagnóstica;

– Pessoa Idosa, composta por 02 (duas) Casas de Acolhida; e

– Criança e Adolescente, com 04 (quatro) Casas de Acolhida Temporária.

 

METODOLOGIA

Após reuniões preliminares com os gestores (Chefes de Divisão de Acolhimento) e equipes de supervisão, com o objetivo de identificar as necessidades de informação, a equipe da Unidade de Vigilância Socioassistencial revisou, reformulou e unificou os instrumentais já existentes em cada Rede de Acolhimento, propondo três novos modelos. Os modelos foram discutidos e analisados em conjunto com as equipes de supervisão das redes de acolhimento e os técnicos (psicólogos e assistentes sociais) das Casas de Acolhida. Também foi realizado o estudo conceitual de acordo com as especificidades de cada perfil de acolhimento.  Portanto, a construção dos três instrumentais foi um processo democrático e participativo.ENVOLVIDOS/PARTICIPANTES

Equipe da Unidade de Vigilância Socioassistencial, Chefes de Divisão de Acolhimento (gestores), Equipes de Supervisão das Divisões de Acolhimento e equipes técnicas de todas as Casas de Acolhida.

 

INSUMOS NECESSÁRIOS

Computadores; Instrumentais Impressos;  Legislação e  Cadernos Técnicos de Orientação para cada público atendido (Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes;  Texto de Orientação para Reordenamento dos Serviços de Acolhimento para Adultos e Famílias em Situação de Rua; etc.)

 

RESULTADOS

– Unificação e padronização dos instrumentais de coleta de dados;

– Preenchimento do RMA de janeiro a dezembro de 2017 de todas as unidades de acolhimento;

– Possibilidade de identificação do volume real de atendimento e o perfil dos acolhidos;

– Possi

 

MODELO DE ATENÇÃO

Proporcionar, através de um processo coletivo de construção e execução, dados qualificados que contribuam para o planejamento e aprimoramento do Sistema Único de Assistência Social.

 

DESAFIOS E LIMITAÇÕES

Dificuldade de nivelamento de conceitos entre as equipes de ponta gerando incongruências nas informações;

Dificuldade na pactuação de prazos de preenchimento e fluxo irregular de envio dos RMA pelas Casas de Acolhida;

Equipe reduzida e não multidisciplinar da Unidade de Vigilância Socioassistencial.

 

PRÓXIMOS PASSOS

– Revisar e aperfeiçoar o instrumental após uso (ano teste) com a identificação de erros, entraves e excessos;

– Elaborar Manual de Preenchimento;

– Realizar reuniões com as equipes para apresentar o Manual de Preenchimento,  nivelar conceitos e (re) es

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support
Click to listen highlighted text!